23 setembro 2011

Olá Outono!

Adeus Verão...


...olá Outono!

José Niza parte aos 73 anos...


Morreu José Niza. Médico de profissão, destacou-se como compositor. Venceu quatro Festivais RTP da Canção, nomeadamente em 1974 com "E depois do Adeus", música que serviu de senha para a revolução do 25 de Abril. Foi ainda deputado da bancada do Partido Socialista, onde procurou sempre dar uma imagem de independência intelectual e de seriedade. Deixou-nos esta noite aos 73 anos.

Como o vinho do Porto!

Sérgio Godinho, um dos mestres da música portuguesa, voltou em grande com um novo álbum que promete surpreender. Já na primeira posição do top de vendas nacional, este veterano homenageia, uma vez mais, todo um país com a sua música. Já lá vão os tempos da música política mas, ainda assim, este novo trabalho não deixa de ser de intervenção! Os Criadores d'Arte aconselham vivamente! O Sérgio Godinho, aparentemente, é como o vinho do Porto!

Adeus a Júlio Resende

Porto, 23 de Outubro de 1917 — Valbom, Gondomar, 21 de Setembro de 2011

12 setembro 2011

A cidade que nunca dorme...

O céu azul, 10 anos depois.



"Há dez anos, quando dois aviões embateram contra as torres gémeas em Nova Iorque e assinaram o início de um novo capítulo da História mundial, um céu azul encheu-se de fumo negro. Dez anos depois, a cidade que nunca dorme acordou mais cedo para, sob um céu igualmente azul e limpo, recordar as três mil vítimas dos ataques."

Ler aqui.

04 agosto 2011

Bons velhos tempos...

Parto sem dor...

Cá estamos nós, após uma longa pausa... A vida, por vezes, dá voltas inesperadas que nos obrigam a uma reflexão profunda sobre quem somos e quem queremos ser. Não podemos prever o Futuro mas podemos assegurar que não deixamos nada por dizer no Passado. A efemeridade - ou injustiça - da vida leva-nos a querer olhar para trás e, talvez, regressar a outros tempos. Mais um abraço, uma palavra, um instante... É tudo o que podemos desejar. Mas o tempo não anda para trás e resta-nos apenas a memória. A memória dos que partiram de repente, sem nos darem hipótese de nos prepararmos para o vazio que fica. Dizem que o tempo cura tudo mas, às vezes, mais valia que não o fizesse! Acordamos um dia sem nos lembrarmos de uma voz, de uma expressão. E a dor instala-se sem querer partir...
Aproveitemos cada ano, cada mês, cada dia, cada instante, pois chegará o dia em que a oportunidade desaparece sem deixar rasto.

29 junho 2011

Manuel Esperança - um pilar da Escola Pública

Muitos duvidavam da eleição de Manuel Esperança para a presidência do Conselho de Escolas. Aqui fica um excerto da entrevista feita por Maria João Martins em Outubro de 2010.


"Incomoda-me pensar que esta sociedade ainda não parou de descer e que devíamos todos pensar em assegurar qualidade e rigor. Não tenhamos dúvidas de que esta geração de jovens nos vai acusar de termos sido demasiado permissivos. Digo sempre aos professores aqui da escola que não podemos entrar na onda de facilitar por facilitar. Não trabalho para a estatística. Não se pode ceder a essa tentação nem pensar que, neste caso, o tempo é bom conselheiro. Os problemas da escola têm de ser resolvidos na hora. Por outro lado, estou preocupado com o ambiente que as escolas vão ter este ano com a segunda fase da avaliação de professores. Creio que vai ser outra vez um ano complicado, não gostava de reviver o ambiente que se viveu aqui na escola há dois anos. Na verdade, há muita gente que se importa realmente de ser avaliada e que fica muito tensa com esta situação. O que fatalmente se reflecte nas condições de trabalho. Por outro lado, a questão dos agrupamentos de escolas e do reordenamento da rede também não é simples. Eu não estou contra a figura dos agrupamentos de escolas, mas em alguns é uma completa loucura. Qualquer decisão na matéria deveria implicar uma participação das famílias, das autarquias e, de uma forma transparente, sem interesses partidários ao barulho."

27 junho 2011

Não canto porque sonho...

Um dos mais brilhantes poemas de sempre interpretado por Zeca Afonso e Fausto Bordalo Dias...

24 junho 2011

Há vidas muito duras...


Finalmente estou de férias! Mas, e agora? O que hei-de fazer?

Todos os dias acordo sobressaltado:
- ESTOU ATRASADO! Atrasado?!

Os dias são passados num constante desespero: Não há nada para fazer! Apenas estar... Há quanto tempo não tinha eu tempo para, simplesmente, estar!

E, pior que tudo, sou forçado a gozar dias de praia com os amigos que, tal como eu, já acabaram os exames...

Há vidas muito duras, realmente!!!

21 junho 2011

Novo Ministério da Cultura de Portugal


É triste viver num país onde se acha que a Cultura não é importante... No entanto, não desesperemos! Ainda há quem se preocupe! A Fundação Calouste Gulbenkian é um pilar importantíssimo na nossa sociedade que não deixará de servir a comunidade artística, cultural e científica. Irá o Sr. Secretário de Estado ter lá um gabinete?!

Há-de vir o Verão!

Representação de árvore - Pedro Domingues - 2008


"O tempo não é uma medida. Um ano não conta, dez anos não representam nada. Ser artista não significa contar, é crescer como a árvore que não apressa a sua seiva e resiste, serena, aos grandes ventos da primavera, sem temer que o verão possa não vir. O verão há-de vir. Mas só vem para aqueles que sabem esperar, tão sossegados como se tivessem na frente a eternidade."

Rainier Maria Rilke


Enviado por L.A., a quem agradecemos todo o apoio que nos tem dado (e esperemos que continue a dar) e o trabalho que desenvolveu connosco ao longo dos dois últimos anos.

Olá Verão!!!

Adeus Primavera...


...olá Verão!

19 junho 2011

Nuno Crato - Ministro da Educação


Nuno Crato, um reconhecido matemático português, foi anunciado como o novo Ministro da Educação, Ensino Superior e Ciência. É um dos quatro independentes a integrar o novo governo, o que deixa aberta uma porta (pequenina) de esperança a que a Educação em Portugal possa atingir o nível de excelência a que aspiramos. Será...

Saramago morreu há um ano...


"Mesmo que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui dispensado de percorrer os caminhos do mundo."

José Saramago